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Lanota - Game para celular

Eu gosto muito de música se nos últimos anos eu fui aprendendo a ser “menos chata” e apreciar diversos estilos e gêneros musicais – e sou mais feliz assim.

Mas o que diabos é uma “Lanota” e o que tem a ver com música?

Lanota mesmo eu não sei o que significa, mas se você separar em “la nota”, aparece uma palavra espanhola que tem tudo a ver com música (ou não) – e eu estou viajando legal nessa explicação, não leve a sério...

Assim como VOEZ (já tem post a repeito), Lanota é um game para smartphone de ritmo. As notas vão passando e você tem que clicar. SÓ QUE É MUITO MAIS LEGAL. Eu já tinha achado VOEZ diferentão – só conhecia Piano Tales e Guitar Hero, abafa o caso. Mas esse é mais diferente ainda.

As “notas” não vêm em linha em reta, e sim, circular. Ora de cima, ora de baixo, ora do lado, ora tem que dar a volta na tela toda… Não é fácil, mas é bem divertido (pra quem gosta do estilo, é claro). Meu amigo diz que só eu consigo jogar Lanota, pois ele achou muito difícil. Mas a verdade é que ele é ruim mesmo não é eu que sou boa, haha!




Existe o fato de eu gostar desse tipo de jogo e consequentemente ter mais experiência. Mesmo assim, tem música que é impossível de tocar.

Cada música vem com 6 desafios – é assim que você fica bom, de tanto jogar a mesma música para colecionar todos os itens, haha! Se você tem a síndrome do completismo, vai acabar ficando muito tempo com esse jogo instalado.

E se você quiser, dá para acompanhar a história que vem no jogo (ou não, como foi meu caso). Não sei dizer do que se trata a história, mas as ilustras são bem lindinhas. Baixei o jogo exclusivamente por causa das músicas (tem que ser sincero, né?).

A única coisa que eu não gostei foi o preço. Dá pra jogar de graça, mas tem que esperar alguns segundos a cada música jogada. Eu comprei por R$3,99 pra não ter propaganda, mas eu achei que vinha com música nova – doce ilusão. Cada capítulo custa R$11,99 (o valor pode estar diferente) daí eu achei um pouco salgado, pois não é tanta música nova que vem por capítulo.

Em todo o caso, dá para aproveitar bastante as músicas que são gratuitas, e ainda fazer test drive das músicas novas (eles liberam um trecho free). Assim, se gostar de um capítulo em particular você compra só ele e fica feliz. Ou não. A escolha é sua.


Lanota está disponível para:
iOS/ Android

Já conhecia Lanota? Se não, o que achou? Eu sou uma caçadora de joguinhos para celular, se você tem alguma indicação MARAVILHOSA deixa aqui nos comentários.
08:00 2 comentários
Olha que chuchuzinha essa ilustração

Título: Takane to Hana 高嶺と花
Título alternativo: Takane & Hana
Autor: Shiwasu Yuki
Volume: 14. Ainda em publicação.
Público alvo: Shoujo
Onde comprar: Versão inglês na Amazon
Onde ler: Toshi wa yume

Takane to Hana é meu mangá shoujo de comédia romântica favorito, sem mais.

Do que se trata o mangá

Nanamura Hana tem apenas 16 anos, mas precisa substituir a irmã de 23 em um omiai (costume japonês onde um homem e uma mulher se encontram pensando num possível casamento). O rapaz em questão é Saibara Takane, sucessor da empresa Takaba onde o pai da Hana trabalha.

Para parecer mais com a irmã – e também mais velha – Hana se produz toda para o encontro, mas se surpreende com a atitude arrogante do seu parceiro de omiai. Por ser uma garota que não leva desaforo para casa, Hana simplesmente se levanta com toda elegância e joga sua peruca na cara dele, saindo com estilo da sala.

No dia seguinte ao incidente, Takane aparece com um buquê extravagante de rosas para Hana alegando interesse e assim começa o omiai dos dois.

O relacionamento dos dois é tão ridículo que faz com que eu ame eles cada vez mais. Takane é absurdamente exagerado, presunçoso, vaidoso, arrogante, os adjetivos não têm fim. Apesar disso, eu dou muita risada com ele. As atitudes deles são tão toscas que você ri. Juntando a personalidade da Hana, então, fica tudo mais divertido.

Takane adora esbanjar, não tem muito tato com mulheres e acha que mostrar o quão classudo é vai impressionar a Hana. Para dar um leve vislumbre do que quero dizer, segue um dos diálogos entre os dois:

— Estas são rosas banhadas a ouro superpreciosas!
— Não posso aceitá-las, já que não tenho um vaso que combine com elas.
— Não precisa ser tão reservada. Apesar de que um artesão deve ter dourado cada pétala cuidadosamente, não deixe que isso te contenha.
— Entendi. Nesse caso, vou colocá-las na minha panela de sopa! O contraste do dourado e do aço inoxidável ficará esplêndido!

Muitas rosas, presentes caros, restaurantes finos, roupas elegantes. Takane está sempre dando/fazendo coisas que Hana considera desnecessário – e realmente são. Mas o que intriga a garota é a personalidade dele, sua sinceridade. Apesar de ser arrogante, Hana não se ofende e rebate na mesma moeda. O tempo todos eles se provocam e é assim que se dão bem.



Estou ansiosíssima para saber como vai se desenvolver esse relacionamento e torcendo muito pelos dois.

E o traço?

Eu achei bem lindinho e as expressões exageradas são hilárias e representa muito bem os sentimentos internos dos personagens, eu acho ótimo.

Concluindo…

O mangá é bem cliché – amo – tem um momento ou outro que você fica “Uou, por essa eu não esperava!”, mas de um modo geral é bem previsível. A trama não é muito complexa, mas não é ruim. É uma história fofa e agradável. Se você precisa dar uma aquietada na mente e relaxar, esse mangá é point!

Gostou, não gostou, tem indicação de histórias fofinhas?
Vamos conversar ♥



21:20 3 comentários
Aurora é uma garotinha linda de apenas 21 anos (até o momento) com uma voz tão doce e maravilhosa que, em conjunto às suas composições, consegue te tirar da realidade e transportá-lo para dentro de sua música.

Imagem via (Portal Aurora Brasil)

Quem é Aurora?

Aurora Aksnes nasceu em 15 de junho de 1996 na cidade de Bergen, Noruega. Em algumas entrevistas, ela conta que seu primeiro contato com a música foi quando muito pequena (uns 6 anos de idade) encontrou um piano e – sozinha – aprendeu a tocá-lo.

Suas influências surgiram com as músicas que seus pais tocavam, como Enya, Bob Dylan, Cohen... e música clássica – foi por causa de Moonlight Sonata do Beethoven que Aurora desenvolveu um interesse pelo piano. A partir dos 9 anos ela começou a escrever as próprias canções.

Aurora quer escrever histórias reais, e é observando as pessoas que ela encontra inspiração – além da família e da própria natureza. Ela é toda excêntrica e absurdamente fofa.

"Comecei a tocar piano com seis anos e a escrever música aos nove. Minha família não soube disto até os meus quatorze anos. Nunca foi um sonho me tornar AURORA, eu só gosto de compor músicas. Música pra mim é a melhor maneira de sentir qualquer coisa. Nós somos muito medrosos para sentir, principalmente se for um sentimento triste."


Minha experiência com a artista.
Estou triste por não tê-la conhecido no ano passado, já que ela fez um show por aqui (Curitiba) em Outubro/2017 e por não conhecer, não pude vê-la (sooo saad). Acredito ter comentado antes que não sou fã de multidões, tive uma única experiência com show e foi o suficiente para não querer ir novamente. Há alguns artistas que eu faria exceções e Aurora é uma delas.

Além de uma voz deslumbrante, Aurora tem uma personalidade adorável e um pouco estranha (para algumas pessoas, não pra mim, claro). Ela se entrega de corpo e alma quando vai cantar e você percebe isso nos seus movimentos, nas expressões faciais, no fechar dos olhos… E ela faz isso com muita naturalidade.


Já fazia um tempo que eu não relaxava pra curtir uma música de boinha. E pra ajudar, estava passando por aquela fase de “nada me agrada”. Mas aí, meu irmão perguntou “conhece a Aurora? Ela é tão fofa! Coloca aí 1, 2, 3, 4, 5 que deve aparecer a música” (Pois é, ele não sabia direito o nome da música - é Murder Song 5, 4, 3, 2, 1)

No primeiro momento eu fiquei “wow que voz linda!”
Depois, “mas que letra intensa é essa?”

Ele segura a arma contra a minha cabeça
Eu fecho os olhos e bang, estou morta
Eu sei que ele sabe estar me matando por misericórdia
Ele segura meu corpo em seus braços
Ele não queria me fazer nenhum mal
E ele me segura apertado
Ah, ele fez tudo para me poupar das coisas horríveis que a vida traria
E ele chora e chora
Eu sei que ele sabe estar me matando por misericórdia


A partir da Murder Song fui atrás das outras composições e me apaixonando por cada uma delas de maneiras diferentes.

Conheça as músicas.

“Para mim, as histórias são as coisas mais importantes. Eu quero que minhas músicas tenham algum significado. Eu espero que façam as pessoas sentirem algo, porque nós estamos, muitas vezes, com medo de chorar. Todos sempre dizem que estão bem, mas você não está sempre bem. A música o ajuda a entrar em contato com as suas próprias emoções.”


Sob a água não conseguimos respirar, não conseguimos respirar
Sob a água nós morremos
Sob a água não há ninguém nos vendo
Sob a água estamos sozinhos
Então, por que nós saltamos?


E quando eu deixar este planeta
Você sabe que eu ficaria, mas eu simplesmente não suporto
Eu posso sentir os sinais de alerta me rondando
E se eu puder sair desse espírito
Vou encontrar uma casa e eu vou viver nela
Eu posso sentir os sinais de alerta me rondando 

Ah! Só por curiosidade, sabe aquela novela da globo Deus Salve o Rei? Então, então... Quem canta a abertura é a lindinha da Aurora. Isso não é legal? ♥



Referências - Saiba mais
  • Portal Aurora Brasil
  • Unsupervised Session
Gostou de conhecer Aurora? Por um acaso já conhecia? 
Se conhecer algum artista semelhante me indica? 

♥
08:00 15 comentários
Conto Noites de Chuva - Pretty things
Ilustração Yaoyao

Sentada na varanda, observo a chuva cair, o barulho acalma a minha mente agitada. Você fez uma grande bagunça aqui dentro, moço. Mesmo assim, não consigo deixar de pensar em você. Fecho os olhos, sinto o vento gélido soprar em meu rosto, sua presença está em cada canto desta casa, até o vento tem seu cheiro, e eu me lembro, mesmo depois de tanto tempo.

Sinto um arrepio e percebo que a coberta escorregou dos meus ombros, a noite está fria apesar de tudo, sei que não gostaria que eu ficasse gripada – de novo. Puxo a coberta e aproveito para tomar um gole do meu chá de alho com mel. Um longo suspiro escapa dos meus lábios.

Volto a observar a chuva. O barulho está mais intenso, assim como as batidas do meu coração. Não consigo chegar a uma conclusão sobre como devo me sentir com relação a você. Eu deveria te deixar para trás. Que há de bom pensar em você assim? Só me restam as almofadas para consolo, elas bem sabem como tenho me sentido.

Último gole do chá anuncia a hora de entrar. Ouço o trovão e olho para o céu. Neste momento é como se o raio tivesse atingindo meu peito. Decido, enfim, que é hora de deixá-lo partir de vez. Já vivi muitos dias de luto.

Levanto com um sorriso nos lábios. É hora de deixá-lo ir, repito para enfatizar a ação. É claro que não funcionou, assim que coloco os pés para dentro de casa sinto todas as emoções voltarem. Suspenso próximo à porta há um lindo cachepô. Ele é pequeno, feito de porcelana e personalizado com arabescos feitos à mão. O seu conteúdo é irrelevante, pois aquele objeto fora feito única e exclusivamente por ele. A saudade me atinge novamente e me aconchego entre as almofadas para mais uma noite sem meu amor.

Conto Noites de Chuva - Pretty things

O conto de hoje faz parte da proposta de blogagem coletiva do Together. O tema do mês é "contando contos e aumentando pontos", a proposta consiste em escrever um texto utilizando um grupo de palavras disponíveis. Como cheguei meio tarde, fiquei meio que sem opções. Escolhi, por fim, o conjunto que continha as palavras: alho, almofadas e cachepô.

Eu sinceramente achei que não fosse conseguir. Também achei que fosse sair um texto romântico e fofinho, mas acabou sendo meio triste – fazer o que 乁(ツ)ㄏ. Não está lá aquelas coisas, mas espero que possa apreciar a leitura.

Consegue escrever um texto com essas três palavrinhas?

♥


21:13 4 comentários
Oi…
Será que tem alguém aqui ainda?


É, eu sei, ando meio sumida – de novo. E de muitas formas. Não foi somente minha presença digital que deu uma desaparecida, não.

O problema não é você, sou eu sabe.

Tenho um milhão de desculpas – não importa as razões, elas não passam de desculpas esfarrapadas para justificar minha ausência. Apesar das desculpas quero fazer diferente dessa vez… Talvez você não perceba essa diferença, mesmo assim, tentarei explicar o que aconteceu. 

Passei um tempo desconectada, nada planejado.

Eu sei o que parece... mas juro que não foi para eu sair com “pessoas reais” e poder dizer o quão legal e importante é sair um pouco do mundo virtual para se conectar com pessoas de verdade. Pelo contrário, eu precisava me conectar com a Mariana. Euzinha mesma.

Sinto que nesse meio tempo passei por uma montanha russa de emoções e não consigo concluir se isso é bom ou não. Eu surtei, gargalhei, chorei, amei, sofri. Senti saudade, senti raiva, fiquei decepcionada, chocada, orgulhosa, ousada, envergonhada… Vish, difícil encontrar tantas palavras que possam descrever o turbilhão de sentimentos que me envolveram num espaço-tempo tão curto.

Pretty things - Dumbo
“O valor das coisas não está no tempo que elas duram, 
mas na intensidade com que acontecem. 
Por isso existem momentos inesquecíveis, 
coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.” 
Maria Julia Paes de Silva

E tudo o que aconteceu me mudou, de certa forma. Li livros, assisti documentários, palestras, ouvi música nova, assisti filme novo e, com isso, percebi que não vejo as coisas como via no ano passado. Não é meio doido isso? Pois eu acho, e é por isso estou aqui de novo. Para compartilhar essas loucuras que me cercam… E claro, tentarei compartilhar as coisas que me fizeram refletir mais sobre mim mesma e a vida...

Mas e aí, será que tive alguma epifania nesse meio tempo? 

Minha resposta para esta pergunta é um grandíssimo talvez. E, talvez, eu compartilhe algumas ideias que tive. Não agora, decerto na próxima...

Pretty things – Alice no país das maravilhas
"Quando acordei hoje de manhã, eu sabia quem eu era, 
mas acho que já mudei muitas vezes desde então."
Alice no país das maravilhas

Será que ainda tem alguém por aqui para compartilhar comigo esses momentos?
Se sim, deixe-me saber. Diga um “olá”, conte-me como vai você. Espero te ver novamente.


♥
08:00 6 comentários
Quando vi a capa de Niehime to kemono no Ou a primeira coisa que pensei foi:
“Será que é parecido com The Ancient Magus’ Bride?”

Niehime to kemono no Ou

Título: Niehime to Kemono no Ou 贄姫と獣の王
Título alternativo: Sacrificial Princess and the King of Beasts
Autor: Tomofuji Yuu
Volumes: Desconhecido. Em laçamento.
Público alvo: Shoujo
Gêneros: Drama, Fantasia, Romance
Mangá em inglês disponível na Amazon. 

Num mundo dividido entre monstros e humanos, temos Saliphie (a Bela), a pequena humana que nasceu para servir de sacrifício e virar comida do Rei das Bestas e dos Demônios (a Fera), e o próprio Rei das Bestas, que não possui um nome, um ser de aparência assustadora, mas que no fundo é um amorzinho —  bem típico de shoujo.

Todos os sacrifícios gritam, choram e imploram por suas vidas, mas não Saliphie. Ela vai até o Rei com um sorriso nos lábios e sem temer a morte ou mesmo a presença dele, atitude que o deixa surpreso e eu diria curioso, porque ele decide passar os dias que faltam para o ritual com ela.

No dia de seu sacrifício, a pequena descobre o segredo mais íntimo da Fera além da bondade que há por trás daquela fachada monstruosa. Nunca foi a vontade do Rei devorar seres humanos, mas era um ritual comum para aquele mundo. Ele não os devorava, mas os libertava. Ninguém assistia ao ritual. Quando terminava não havia um corpo, apenas sangue… muito sangue. Logo, todos se convenciam de que o Rei havia comido a pessoinha.

Não foi diferente com Saliphie, o Rei tentou libertá-la, mas ela pediu para ficar e ser devorada (Este momento se assemelha um pouco com The Ancient Magus’ Bride - o desejo da morte). Ela diz isso sem medo. Por ter nascido para ser um sacrifício, a garota não tinha um lar, não criara laços com ninguém e não teria para onde voltar, logo, ser devorada era a única opção que ela tinha. Mas ao invés de matá-la ele faz o quê? Quebra suas correntes e a transforma em sua noiva. Olha o The Ancient Magus’ Bride novamente.


Na verdade, Niehime to Kemono no Ou é bem diferente do Magus’ Bride no quesito história. Ele é mais romantizado como A Bela e a Fera, do que mágico e melodramático como Magus Bride, mas nem por isso é ruim.

Nos poucos capítulos que li de Niehime to Kemono no Ou deu a entender que terá muita magia também, mas com todos os clichés de Shoujo junto - que eu adoro. O mangá é todo fofinho, os personagens são bem desenhados e com personalidades boazinhas. A Saliphie tem uma amiga que é tipo um jacaré que é toda romântica e até fica corada e dois bichinhos que eu não tenho ideia do que são, mas que adoram ela e são muito engraçadinhos.

Se você quer uma história de magia, mas com um romance bem fofinho este mangá é pra você. Eu li todos os capítulos disponíveis e estou ansiosa para ler mais.

E você, o que achou de Niehime to Kemono no Ou? Gostaria de ler?

♥


08:00 9 comentários
Cabelos coloridos é o que há.

Cabelos coloridos

Sempre fui apaixonada por cabelos coloridos, mas obviamente minha mãe não era muito fã, então eu não podia pintar. A primeira vez que colori meu cabelo foi perto dos 14 anos. Eu fui na farmácia, comprei a tinta vermelha e pintei em casa mesmo. Eu já estava preparada para a bronca, mas quando minha mãe chegou ela disse simplesmente “ficou bom em você”.

Desde então, mantive meu cabelo vermelho. Não demorou muito para piadinhas de “pintou com água de vina?”. Sempre que meu pai ia esquentar a vina (salsicha pra quem não é do Paraná) me perguntava se eu queria a água para pintar o cabelo. Também já fui chamada de “palito de fósforo” por ser magrinha e cabeça vermelha (o magrinha já faz muitos anos - e também não sinto falta).

Apesar de ser apaixonada pelo vermelho, sempre quis cores mais legais, como um rosa ou um roxo. Minha preocupação maior era com o trabalho, mesmo a minha profissão permitindo tatuagens, piercings e cabelo diferentão, ainda existem muitos lugares conservadores. Outra razão para eu não colorir é que eu não sou muito cuidadosa com meu cabelinho. DÁ MUITO TRABALHO CUIDAR, os produtos são caros (ou eu que sou muito mão fechada), não tenho tanto tempo disponível (quando tenho, quero dormir), dá até preguiça só de pensar.

Parando para reler o que eu escrevi, cheguei a uma conclusão
que tenho preguiça de cuidar de mim mesma - preciso melhorar isso.

E porque eu decidi falar sobre isso?

Recentemente ouvi uma conversa que me deixou muito incomodada. A pessoa em questão, estava comentando sobre uma mecha colorida de outra fulaninha, alegando que ela parecia uma “monster high” como se isso fosse uma ofensa. E depois, veio com “a guria tem 30 anos e acha que é adolescente para ficar com cabelo desse jeito”.

Eu fiquei meio… né? Qual a relação?

Cabelos coloridos gif

Toda essa situação me deixou bastante irritada, mas não diminuiu a minha vontade de ter um cabelão colorido, nananinanão. Eu ainda vou colorir ele inteirinho, só espere pra ver. E se reclamarem taco um arco-íris nele.


E você, tem cabelo colorido?
Gostaria de alguma cor específica? Vamos conversar. 

♥

08:00 9 comentários
Sabaku no Harem

Título: Sabaku no Harem 砂漠のハレム
Título alternativo: Harem in the dessert
Autor: Yumeki Mitsuru
Volumes: Desconhecido. Em laçamento.
Público alvo: Shoujo
Gênero: Comédia, Drama, Histórico, Romance.

Em um tempo onde os homens governavam não era fácil ser mulher. Mas Mishe não vai aceitar essa condição de cabeça baixa, nananinanão — ela vai lutar.

Sabaku no Harem - Mishe and Kallum

Sabaku no Harem é mais um mangá shoujo que estou amando ler. Ele é muito fofo, tem traços lindos e uma história muito divertida de se acompanhar. Logo de início conhecemos a personalidade forte e bondosa de Mishe. Após discutir com o príncipe na rua, a garota acaba sendo levada ao palácio para se tornar a 30ª concubina do terceiro príncipe de Jalbara, Kallum.

Mishe odeia a realeza. Os nobres usam as mulheres como ferramentas de poder. E não é muito diferente com o príncipe Kallum. No entanto, as mulheres que entram para o Harém, geralmente são damas da classe alta ou que possuam algum talento. Mishe era uma ex-escrava, pobre e que, à primeira vista, não possuía talentos.

O príncipe Kallum é diferente dos outros membros da realeza. Como Mishe está sempre na defensiva ele quer mostrar isso a ela. E aos poucos um vai conquistando o coração do outro. Ela, por ver como o príncipe é um ser bondoso, capaz de sentir empatia e querer ajudar até mesmo as mulheres.

Sabaku no Harem - Mishe and Kallum

Ele, por ficar encantado com a força e rebeldia da pequena Mishe. Além da sua beleza e doçura. Apesar de ter várias concubinas, o príncipe só pode ter uma esposa legal. E quem vocês acham que será a escolhida?

Eu sou suspeita para julgar, pois adoro esses romances fofinhos, mas Sabaku no Harem conseguiu fazer meu coraçãozinho palpitar a cada página. O príncipe Kallum, apesar de ainda ter um certo controle sobre ela, é um fofo. Essa história me lembrou muito Kuro Hakushaku wa Hoshi o Mederu (sim, eu decorei esse nome).

Desde o inicio os sentimentos do príncipe com relação à Mishe são muito claros, ele está sempre jogando um charminho para cima dela, beijando-a, declarando-se… Mas Mishe interpreta isso como “ele está só brincando comigo, não é sério”, e, apesar de gostar dos toques dele, ela fica tão envergonhada que precisa fugir o tempo todo dele. O que torna a história um pouco frustrante, mas também cômica - ela sai correndo e ele vai atrás. Essas situações fofas+cômicas são bem parecidas com o que ocorre entre o Leon e a Esther (de Kuro Hakushaku wa Hoshi o Mederu). Mas a Mishe é muito mais divertida. Ela tem mais atitude.

Sabaku no Harem - Mishe and Kallum

Se você gosta de um romance leve, adorável, com traços bonitos e situações engraçadas, então Sabaku no Harem é para você.

Gostou da indicação? O que achou do mangá, leria? 
Estou aceitando sugestões de mangás fofinhos para ler, viu?

♥




08:00 16 comentários
Sinto que estou começando a virar uma dorameira, será?

Descendants of the sun

Título: Taeyangui Huye 태양의 후예
Título alternativo: Descendants of the sun (Descendentes do Sol) 
Gênero: Drama, ação,  romance
Onde assistir: Netflix, DramaFever, Viki
Episódios: 19
Ano: 2016

Em Descendants of the sun - ou DOTS que é mais fácil - conhecemos Yoo Shi Jin, o capitão das forças especiais. Graças a um incidente com um ladrãozinho de rua, o capitão e seu companheiro Seo Dae-young precisam ir ao hospital recuperar o celular que fora roubado. Na sala de emergência, Shi Jin encontra Kang Mo Yeon pela primeira vez e é amor a primeira vista, ele se encanta com a atitude da doutora. Ela, não resistindo ao charme de Shi Jin (quem resiste) começa a sair com ele. No entanto, eles nunca conseguem levar um encontro até o fim, pois ambos são muito ocupados. Percebendo que não daria certo, Mo Yeon decide acabar esse relacionamento.

Mas o destino não quer que eles fiquem separados, não, não, não. Oito meses depois, Shi Jin está em Urk numa missão de paz. E Mo Yeon, após rejeitar as investidas sexuais do presidente do hospital, Han Suk-won, é nomeada pelo mesmo para liderar uma equipe médica em Urk. E lá reinicia a história do soldadinho e a mediquinha. No diminutivo, SIM, porque é fofo.

Minha vida mudou totalmente depois de DOTS. O charme que o Song Joon Ki trouxe para o personagem foi arrebatador - fiquei sem ar. A cada cena em que ele aparecia eu tinha vontade de ter ele só pra apertar aquela cara fofa. E eu nem achei o Song Joon Ki (o ator) bonito, mas o Yoo Shi Jin virou crush - que sorriso, sem or, que sorriso.

Descendants of the sun - Song Joon Ki

A fotografia e a trilha sonora são lindíssimas e criaram um clima todo especial para as cenas, principalmente para as românticas - awn! ♥

Já tem um tempo que assisti esse dorama e não consigo me lembrar de personagens que não tenha gostado. Acho que todos se saíram bem - ou foram tão irrelevantes que não consigo me lembrar, o que é totalmente possível - se teve algum ruim, não afetou em nada a série.

Descendants of the sun - Kim Ji-won and Jin Goo

Gostei muito do casal principal, do casal secundário e da amizade que os homens dos casais citados possuem. Me diverti muito mais com os rapazes juntos. Um possível shipp poderia surgir deles? Mas é claro. Porém, entretanto, todavia… eles com suas mulheres ficaram mais fofos, já que reagiam de forma adorável na presença delas.

Só queria dizer uma coisinha: Shi Jin é meu queridinho da série, porém, não podemos deixar de falar do Daniel Spencer. Este rapaz conserta eletrodomésticos, carros, pessoas (é médico) e até coração partido, não há nada que esse homem não conserte.

Descendants of the sun - Daniel Spencer
Exceto a mente de uma mulher - HAHA

E o beijo?

Olha.. teve beijo bem chocho, mas não por causa do Song Joon Ki, ele foi muito bem, haha. É que sempre que tem beijo surpresa, as reações são um pouco fracas, ao meu ver. Mas só teve uma situação assim, acho. As outras situações foram bem lindinhas e eu super apoiei.

Resumindo.

Fotografia, trilha sonora, enredo, Song Joon Ki e beijos foram “fofamente” executados, por isso mereciam uma indicação aqui no Pretty things.

Já conhecia DOTS? O que achou do drama, assistiria?
Tem alguma indicação maravilhosa para mim?

♥
08:00 24 comentários
Na noite do dia 24 para 25 de dezembro acontece a tão comemorada Noite de Natal. Mas o que essa noite representa? Para os cristãos, celebra-se o nascimento do Menino Jesus. Para as crianças inocentes, é a noite em que o Papai Noel vem visitá-las e recompensá-los por tudo de bom que tenham feito no ano. Cada cultura celebra o Natal de uma maneira diferente, sabia?

Desejos de Natal
ilustração fofa da Onineko via zerochan

Mas independente do que esta noite representa para você, é inegável o sentimentalismo que fica no ar, o companheirismo e o amor que emana das pessoas. É uma noite para se comemorar, agradecer e ser feliz, ou pelo menos, deixar aqueles probleminhas de lado só um pouquinho e relaxar - mesmo que sozinho.

E no embalo dos nossos costumes com a troca de presentes aqui vai uma lista de coisas que desejo para este dia e para o ano de 2019:

Desejos SIMBÓLICOS

  1. Mais carinho e gentilezas: Viver já não é uma coisa tão simples, um pouquinho de gentileza pode mudar o dia de muitas pessoas, inclusive o meu (atraindo pessoas lindas pra minha vida em 3, 2, 1).
  2. Conseguir me afastar de pessoas tóxicas e não me deixar ser intoxicada. Como nem sempre podemos nos afastar desse tipo de pessoa, espero aprender a não ser afetada.
  3. Paciência: Para não me estressar por qualquer coisinha e me tornar grossa e reclamona, ou seja, não seguir os tópicos anteriores. Paciência é a primeira virtude que eu deveria ter, haha.

Desejos de CONSUMO
Porque sou dessas também

Desejos de Naral

  1. Nendoroid - Elias Ainsworth: Eu não sou colecionadora de figures (ainda bem, essas coisas são caras), mas sempre tem um ou outro que eu fico “oh my gosh eu preciso disso” e esse é um dos casos, eu tô muito apaixonada por esse Elias chibi.
  2. Livro - As Melhores Histórias da Mitologia Japonesa: Quero esse livro só para entender as referências dos animes, haha. Eu acho muito legal os seres mitológicos e costumes oriundos do Japão e quero conhecer mais.
  3. Stickers de gatinho: Para deixar minhas anotações mais bonitas, nada como adesivinhos de gatinho. Não sei lidar com essas fofuras.
  4. Agenda de gatinho: Quero escrever numa coisinha bonitinha assim, hehe. E ela é tipo fichário, então dá pra usar por muito, muito tempo. Além de combinar com os sticker que estou desejando, haha.


E o que vocês desejam para este natal? Têm metas para 2019?


08:00 2 comentários
É bem possível que The Ancient Magus Bride tenha se tornado meu anime favorito! ♥


O início do enredo já vem como um soco no estômago. Hatori Chise está sendo vendida em um leilão. Parece um pouco assustador, mas tentem não pensar muito nesse aspecto. Ela não foi sequestrada e vendida, foi uma escolha. Isso não torna as coisas melhores. Mas muda muito, né?

A razão da nossa protagonista escolher se vender é triste: ela quer um lar.

Chise não teve uma vida muito fácil. Sem família e sem expectativas de vida, ela só desejava que aquilo acabasse logo. Pra ela, o suicídio era a única opção (pelo menos, é o que deixa a entender), mas um homem oferece uma alternativa: o leilão.

A garota ainda não sabe, mas ela é uma Sleigh Beggy, um tipo muito raro entre os usuários de magia, que pode absorver e gerar energia mágica quase que ilimitada. Porém, a vida de um Sleigh Beggy é muito curta, pois se utiliza do próprio corpo para criar magia e não da natureza.

Por ser especial, muitas pessoas estavam interessadas na garota. Mas quem a compra é Elias Ainsworth, um mago com cabeça de caveira. WHAAT?

Você deve estar pensando: que diabos esse bichão quer com a menina a ponto de pagar tão caro por ela? (5 milhões de dinheiros) Mas não! Não é o que você está pensando. Ele simplesmente compra ela para ser sua aprendiz… e tem mais uma razão surpresa.

Eu sei que a aparência dele deveria deixar a situação mais assustadora, mas não. Com o tempo você vai começar shippar os dois - vai sim, haha.

Elias é uma espécie de mago em extinção, é conhecido como o Mago dos Espinhos. Na verdade não se sabe muito sobre a sua origem. Ele é muito misterioso e esconde muitas coisas, mas trata Chise com muita gentileza e carinho. A primeira coisa que ele diz quando vê ela é: “Você não precisa abaixar a cabeça. Olhe pra frente com confiança”. E quando chegam em casa, a primeira coisa que faz é tirar as correntes dela.

Olhe pra essa caveirinha e diga que sente algum tipo de medo:

Depois disso, somos apresentados a um mundo mágico que é maravilhoso. Chise passa a aprender a magia e conhecer diversas criaturas lindas - outras nem tanto. A animação está lindíssima e rica em folclore. Sou apaixonada pelos seres místicos de The Ancient Magus Bride. O mais legal é que, a grande maioria, tem uma influência quase fiel ao folclore britânico. O que me deu muita vontade de pesquisar mais a respeito, o pouco que vi já me deixou fascinada.

Mas devo alertar, como uma pessoa que já está bem a frente na história: Não se assustem com os primeiros episódios. A situação da escravidão. O possível relacionamento de Chise e Elias. Não problematize tanto isso. Tem muita coisa para ser entendida com relação ao Elias. Sinto a necessidade de explicar uma delas agora, pois tenho medo que desistam por conta disso. Haverá situações em que você pode querer questionar a moralidade do mago. Mas você não pode por uma moral humana nele. Ele não é humano, ele não entende um humano. Essa é outra razão para ele querer Chise por perto, ele acredita que “criar” uma humana fará com que crie empatia, entendendendo suas escolhas e emoções.


Logo no primeiro episódio, tem uma cena muito cômica dele tirando a roupa dela para dar banho. Enquanto eu dei risada, vi que isso assustou uma galerinha. Mas não tem NADA de sexual na ação. Outra situação: no Crunchyroll traduziram o “puppy” como “cachorrinha” e isso pegou muito mal dadas as circunstâncias. Quando li o mangá traduzido por uma scan ficou como "filhotinho", o que dá uma boa amenizada. No mangá (com tradução oficial da Devir) o Elias a chama de "Pupil" (pupilo), mas a Chise pensa ter ouvido a palavra "Puppy" ou seja, cerveja.

O Elias é uma incógnita, não sabemos de fato o que ele quer fazer, do que é capaz. Mas essa é uma das razões para continuar acompanhando essa série maravilhosa.

Uma dica que dou para você: assistam até o 4º episódio, pelo menos. Os três primeiros são introdutórios e mostra uma Chise que ainda sofre com o passado, que ainda está muito dependente do mago. A ação começa a partir disso, onde a história começa a se desenvolver de verdade, onde conhecemos um possível vilão e muitos seres mágicos.



Queria poder falar muito mais sobre The Ancient Magus Bride, mas já me estendi o suficiente. Essa série merece muita atenção. Espero que gostem tanto quanto eu gostei. Pra quem quiser acompanhar o mangá ele está sendo lançado aqui no Brasil pela editora Devir (eu já tenho o meu). O anime está sendo lançado pelo Crunchyroll, serão 24 episódios encantadores. Também tem 3 OVAS, mas recomendo deixar estes para depois. Eu particularmente não gostei deles.

Por fim, estou pretendendo fazer mais um post sobre The Ancient Magus Bride apenas apresentando os seres mágicos da série, o que acham?

Se você ainda não se convenceu se o anime é bom, 
dá uma olhada no MV abaixo e depois me conta o que achou.


10:34 16 comentários
NOSSAAAAA! O último “melhores do mês” foi em março! Desculpe por isso.
╥﹏╥



1. Leitura - Mahoutsukai no Yome

Se você não gosta de ler mangás (não sabe o que está perdendo) tudo bem, tem o anime também e está tão maravilhoso quanto o mangá (e tem no Crunchyroll). A história é incrível. Eu não quero me prolongar aqui, pois terá um post inteiro para essa série maravilhosa. Só dê uma olhada na sinopse e me diga que não dá vontade de dar um bisuzin.


Sinopse: Hatori Chise tem apenas 16 anos, mas ela já perdeu muito mais do que o esperado. Sem uma família nem esperança, parece que todas as portas estão fechadas para ela. Mas um encontro acidental começou a mover as rodas enferrujadas do destino. Na sua hora mais escura, um misterioso mago aparece diante de Chise, oferecendo uma chance que ela não poderia recusar. Esse mago, que parece mais um demônio do que um humano, irá trazer à garota a luz que ela desesperadamente busca, ou afogá-la em sombras ainda mais profundas?

2. Anime - One Punch Man

Pra não falarem que eu só assisto anime fofinho. One Punch Man vem como um soco para provar o contrário (aaaah trocadilho besta). Na verdade o melhor anime do mês é Mahoutsukai no Yome, mas como eu já deixei a indicação de leitura, decidi indicar esse. É um anime bem shounenzão pancadaria, mas é muito, muito engraçado. Ele é uma sátira de animes de ação e histórias de Super herói. Saitama é tão forte, mas tão forte que com apenas um soco destrói tudo. É engraçado como em todo episódio a cidade fica totalmente destruída, os adversários vão ficando cada vez mais fortes (exageradamente forte) e o Saitama com a careca cada vez mais brilhante, haha. É um anime pra se divertir do início ao fim. A única coisa que eu peço é: Se for assistir, veja dublado. A dublagem torna tudo muito mais divertido.

3. Série - Anne With an E

Pensa numa série intensa. Eu chorei em todos os episódios, simples assim. Anne With an E foi uma surpresa muito agradável, não achei que fosse gostar tanto da história. Anne passou 13 anos sofrendo entre orfanatos e casas de estranhos, mas por um engano ela acaba sendo adotada por um casal de irmãos que, na verdade, queriam um menino. Mas como poderiam devolver a pequena ruiva e tagarela Anne, tão cheia de vida e ideias à frente de seu tempo? Munida de muita imaginação Anne consegue abordar temas como feminismo, bullying e preconceito com muita intensidade e emoção. Estou apaixonada e ansiosa para a segunda temporada que foi renovada na Netflix, yes!

4. Dorama - Goblin: The Lonely and Great God


E pela primeira vez trago um Dorama para o “melhores do mês”. Neste mês, eu assisti dois doramas e foi muito, mas muito difícil escolher o melhor. Ambos foram apaixonantes. Mas escolhi Goblin por ter me pego de surpresa (e por causa de Goblin acabei assinando o DramaFever). E foi por causa desse dorama que passei a entender o amor das pessoas por coreanos, eles são muito fofos. O drama se inicia em tempos antigos, onde Kim Shin era um general invencível, mas acaba morto pela sua própria espada quando traído por seu rei. Ao invés de morrer o general se torna um Goblin e ganha a imortalidade, mas o que parece ser uma benção é na verdade uma maldição. Para quebrar a maldição o Goblin precisa encontrar uma noiva humana que será capaz de retirar a espada de seu peito para que possa, enfim, descansar em paz. Pela primeira vez um dorama me pegou de jeito, tudo é lindo em Goblin. A fotografia, o enredo, os personagens, o ceifador lindo, até os beijos são interessantes, haha. E a música… O que nos leva ao próximo item.

5. Música - Stay with me | Round and round

Não foi possível escolher apenas uma música. A Stay with me é a song principal da série, então ouvir ela me traz boas lembranças do que assisti e aquela aquecidinha básica no coraçãozinho. E Round and round porque é mó lindinha. Dá um play e experimente dizer o contrário pra ver o que te acontece, haha. Brincadeirinha. Mas não tentaria a sorte se fosse você.



Conhece alguma das indicações? Me conte o que achou e, também, 
quais foram as melhores coisas do mês pra você! ♥
11:30 5 comentários
A Selina chegou na minha vida de surpresa. Uma surpresa muito agradável.

dá um play para acompanhar.

Eu sempre gostei de gatos, isso todo mundo sabe. Quando criança, tive alguns que já estão no céu dos gatinhos. Mas até então, eu não podia ter gatos.

Moro com meu pai e ele não era muito fã da ideia de ter bichinhos. Ele gosta de animais, não gosta de tê-los.

Eu já contei aqui como ela chegou. O que eu não contei foi como ela mudou a minha vida.

Não é de hoje que ando baixo astral, mas já foi pior. E ela, depois a Luninha, foram as únicas com quem passei a me importar. Eu não ligava pra mais nada. Pro trabalho, para as pessoas, pra mim! Mas eu precisava estar aqui pra cuidar delas, e em troca, elas cuidavam de mim.


O ronronar de um gato tem poderes curativos, sabia disso?
Sempre que eu tinha cólica muito forte a ponto de não conseguir dormir direito,
a Selina vinha pra cima e em pouco tempo já não doía mais.

A razão de eu ter sumido novamente foi por causa dela - Selina. Em outubro acordei apreensiva, minha gata não estava em casa. Normalmente isso não me preocupava já que ela gostava de andar pelo prédio, mas dessa vez foi diferente. Recebi uma ligação confirmando a minha apreensão, ela estava morta. Os detalhes não importam, eu a vi e aquilo partiu meu coração de uma forma que foi difícil fazer qualquer coisa a não ser chorar.

Não nego que, das duas, eu era mais apegada à Selina. Mas ela sempre foi mais amorzinho, de vir no colo, dormir junto (abrir a porta do banheiro pra fazer companhia). Todos os momentos ela sempre esteve comigo. Mas é porque ela vinha até mim. A Luninha já é mais na dela, gosta de estar perto, mas não tanto como a Selina.

Estou um pouco melhor para falar sobre isso. Algo que ajudou foi ver um pessoal do prédio que conhecia ela chorar junto comigo por saber de sua morte. E saber que pessoas “estranhas” gostavam dela me deixou mais feliz. Ela era muito querida com todo mundo.

A Selina não vem mais me receber em casa, não vai mais me levar até o portão. Não vai dormir em cima de mim, nem me perseguir pela casa. Não poderei mais acariciar seu pêlo fofo e cheiroso. No entanto, ela me deixou sua filhotinha (que já era maior que ela) para cuidar. Se não fosse por isso, eu provavelmente teria surtado.

Seleninha faz muita falta. Mas agora ela está bem, está num lugar melhor. Não há mais nada que eu possa fazer a não ser compartilhar esse carinho que eu tinha por ela.

PS.: Ela é linda demais, fala sério ♥


16:26 10 comentários
É com muita alegria no coração que completo mais uma leitura da CLAMP.
E, como sempre, não me decepcionaram.


Título: Wish ウィッシュ
Autores: CLAMP
Volumes: 04 (Completo)
Gêneros: Fantasia, Romance, Shoujo
Editora: JBC

Em uma noite estrelada, enquanto voltava do trabalho, Shuichiro Kudo encontra uma menina “cabeçuda demais para ser uma criança” presa entre as árvores. A menina acaba sendo atacada por um corvo e o rapaz a socorre. A pequenina se apresenta como Kohaku, um anjo, e como agradecimento diz que realizará qualquer desejo do homem que a salvou. Porém, o rapaz não tem desejo algum, sendo assim, Kohaku vai morar com Shuichiro até o dia em que ele tenha um desejo para ser realizado.

É assim que se inicia WISH, dessa forma toda inusitada e divertida. Adoro os traços da Kohaku chibi (pequena). É claro que Shuichiro não acredita nas palavras dela de início, e suas reações são engraçadas, pois Kohaku é muito sincera e inocente, ela não entende que no mundo dos humanos não é comum pessoas com asas. Engraçado que a Kohaku me lembra muito a Kobato (outra história da CLAMP) - por sinal ela faz um crossover por lá - o jeitinho ingênuo e fofo. São bem parecidas.


Uma coisa divertida (e extremamente fofa) é que os anjos ficam mais fracos durante a noite, daí ficam na “forma econômica”, só voltam ao tamanho normal com a luz do Sol (sua fonte de alimentação, por sinal), o mesmo acontece com os demônios, mas ao contrário - mais fortes à noite, chibizinhos de dia. E aí eles ficam naquela forma gorducha e fofa. Dá vontade de apertar.

Ah, Kohaku não está a toa na Terra, ela está numa missão para encontrar um arcanjo Hasui que desapareceu do mundo celestial. E como anjos não podem entrar no submundo, ela foi enviada ao mundo dos humanos para procurá-lo.

A partir daqui, qualquer coisa que eu falar pode ser spoiler. Mas queria tanto comentar sobre os relacionamentos que rolam em wish de forma bem spoilenta (existe essa palavra?). Mas posso dizer que é bem lindinho e quebra alguns tabus - o que deixa a história mais legal ainda.

O final me deixou impressionada, eu simplesmente amei o rumo que a história tomou e o Deus dessa história é daqueles em que todos deveriam acreditar. Esse sim é bondoso (quem ler, vai entender).

Uma pena que são apenas 4 volumes, queria mais. Muito mais. É uma leitura curta e muito agradável, recomendo muito (assim como todas as outras coisas da CLAMP).

Já conhecia a CLAMP? Gostou de WISH? 
Quer ver mais coisas desse grupo maravilhoso por aqui?
08:00 8 comentários
Eleanor & Park é uma história triste, mas fofa. Com um final satisfatório, 
mas que deixa muito a desejar. Isso é possível?




Título: Eleanor and Park
Autora: Rainbow Rowell
Tradução: Caio Pereira
Editora: Novo Século
Número de páginas: 328 páginas
Ano: 2014

Comparada às outra meninas, Eleanor é muito diferente. Ela não se importa com sua aparência, veste-se com roupas largas de menino, acessórios estranhos, tem um cabelo ruivo e cacheado que chama muita atenção, é muito inteligente, mas também tem seus complexos. Eleanor vem de uma família totalmente problemática. Quanto mais você conhece o ambiente em que a menina vive, mais você fica chocado com a situação e mais empatia sente por ela.

Para ajudar, Eleanor é nova na cidade. Ela vai de ônibus para ir à escola, e logo no primeiro dia precisa lidar com as piadinhas, mas aguenta tudo de cabeça erguida. Um rapaz, Park sede um de seus lugares (sim, ele usava dois) para a garota sentar, mas não é muito simpático com ela e tampouco tem pensamentos simpáticos sobre ela. De inicio ele é meio babaca, essa é a verdade.

Na classe social dos estudantes Park se encontra no meio: não está com o grupo popular, que sacaneia os não populares, mas também não é sacaneado. Tudo o que ele faz é para evitar esses conflitos. Com a chegada de Eleanor, ele sente que isso pode mudar apenas por estar perto dela, por isso não dá muito atenção para a garota nova.


Aos poucos, e naturalmente, os dois jovens se aproximam. Compartilhando gostos, descobrindo novos sentimentos, tornando-os o casal mais fofo dos livros do ano.

Narrado em terceira pessoa, a história é alternada entre os pontos de vista de Eleanor para Park. E isso é uma coisa que eu gosto bastante, já que podemos ter um vislumbre do pensamento de cada um deles, sem precisar ficar deduzindo. É uma história que vai conquistando aos poucos, ao menos foi assim comigo.

Tanto o Park quanto a Eleanor me incomodaram em determinado momento, mas ninguém é perfeito e isso é legal também. O pior.. mas não tão ruim assim... foi o final. Ele termina bem, mas... podia ter mais, sabe? Deixou um gostinho de quero mais.

De um modo geral, é um livro muito bom e valeu a compra. Recomendo muito para quem quer uma história fofa sem ser muito clichê!

E o que você achou? Já leu ou quer ler Eleanor & Park?
Me conta! 

♥
08:00 5 comentários

Uma das minhas metas de vida é assistir TODOS os filmes do Studio Ghibli (sem exceções). Só que eu acabo me enrolando, vou assistindo as coisas que estão saindo e, atualmente, estou numa vibe ruim que nada me agrada (não leio, não assisto, não como, não vivo - tá exagerei um pouquinho). Mas está bem complicadinho fazer as coisas direito.

O ponto é - o grupo Geek Nelas estipulou que um tema para a Blogagem Coletiva seria…

Pausa para o suspense…

Escolher um filme do Studio Ghibli para assistir e dar a opinião. Olha só a oportunidade sendo esfregada na minha cara.

Eu queria, porque queria REver A Viagem de Chihiro. Eu assisti essa animação quando era criança e não lembro de nada. Porém, o destino me presenteou com outro filme: Nausicaä do Vale do Vento, de Hayao Miyazaki.

O que aconteceu foi: os alunos do curso de cinema da Faculdade de Artes do Paraná iriam exibir esse filme na segunda a noite (aparentemente eles fazem isso toda segunda). Decidi sair do trabalho e ir direto para a FAP ver o filme (é de graça mesmo). 

Imagem (via)

Nausicaä do Vale do Vento se passa num mundo pós apocalíptico, mil anos depois de um evento conhecido como os Sete Dias de Fogo ter quase destruído o ecossistema e acabado com a civilização humana.

Mesmo mil anos tendo se passado, a sobrevivência neste mundo ainda é muito difícil e a humanidade está quase desaparecendo por conta do Mar da Podridão, uma floresta com plantas e insetos gigantes e que não para de se expandir. O problema é que, tudo nesta floresta é tóxica, incluindo o ar.


E é assim que o filme se inicia, com Nausicaä a princesa do Vale do Vento, entrando nessa floresta. Ela é a típica princesa adorada pela população. E não é para menos, a garota é incrível. Enquanto todos temem a expansão da floresta e seus insetos gigantes, Nausicaä não, ela tenta compreendê-los, observando-os e estudando a fim de encontrar uma cura para as toxinas e conviver em paz com os insetos. E é muito bonitinha essa relação que ela tem com os Ohmus, esses insetos gigantes que, quando irritados, podem só destruir uma cidade inteira.


A população está dividida, dentre elas o Vale do Vento é o mais pacífico. Apesar de temerem a floresta, não fazem nada para prejudicá-la. Mas existem outros reinos que querem acabar com o Mar da Podridão e tudo o que há nele. E Nausicaä acaba se envolvendo numa nova briga entre os que querem reviver uma arma biológica para acabar com a floresta e os que provocam (torturam) os Ohmus para que se irritem e ataquem o vale para impedir que está arma seja ativada. E não é para menos, pois esta mesma arma biológica foi a que causou a quase destruição do mundo. O que justifica em nada abusar dos Ohmus - eu chorei muito nessa hora.

Esse é um tipo de filme que passa uma mensagem muito forte sobre os cuidados que devemos ter com o meio ambiente. E Nausicaä é uma personagem que defende com unhas e dentes a natureza. E desde pequena ela é assim, ela tentou fortemente proteger um filhotinho de Ohmus quando criança. Ela é a única personagem que consegue se conectar com a natureza e os insetos.

Nausicaä do Vale do Vento é um filme de 1984, mas a animação supera qualquer coisa da época (e eu estava acompanhada de um ilustrador que pode confirmar que a animação está realmente incrível). Eu geralmente tenho receio de ver coisas muito antigas, pois sou muito chata com a parte visual. E tive problema nenhum com este.


Como eu disse, o filme é de 1984 e o Studio Ghibli só foi fundado no ano seguinte. Pode não fazer parte, mas foi muito importante para a criação do Studio.

Nausicaä do Vale do Vento é lindo, com uma mensagem importante, com personagens femininas lindas e fortes, um mundo fantástico e animais incríveis. Vale muito a pena assistir.


08:00 11 comentários
Fresquinhos
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